1 - Agroecologia na Periferia

O Coletivo Agroecologia na Periferia é um grupo que atua há 3 anos nas ocupações Izidora (maior ocupação urbana da América Latina, formada pelas comunidades Vitória, Rosa Leão e Esperança) que fica nos territórios de Belo Horizonte e Santa Luzia, na ocupação Thomas Balduíno, no município de Ribeirão das Neves, e mais recentemente na comunidade do Aglomerado da Serra, em BH, em apoio ao Projeto Hoots Ativa. O coletivo atua construindo a agroecologia com base nos princípios da educação popular nessas comunidades. São realizados cursos, mutirões e oficinas, rodas de conversa e trocas de saberes, intercâmbios entre os agricultores e agricultoras urbanos e periurbanos. Recentemente o coletivo foi protagonista na construção do Fórum Izidora de Agroecologia, um espaço de debate em torno do tema que articula diversas instituições que atuam no território para construção de ações conjuntas. Esse fórum foi escolhido pela Prefeitura de BH como espaçõ para construção do Programa Territórios Sustentáveis, programa da PBH que pretende construir ações de agroecologia em alguns territórios do município. As ações do Agroecologia na Periferia vêm contribuindo para aumento e fortalecimento da produção agroecológica nos territórios de atuação, assim como na formação de lideranças comunitárias em torno da agroecologia. Processos de planejamento ambiental e produtivo dos territórios e articulação com o poder público e suas políticas também tem sido foco das ações, principalmente atuando como assessoria para as lideranças das comunidades nesses processos de interlocução e articulação. Além disso o coletivo também participa como membro em espaços interinstitucionais mais amplos de diálogo relacionados ao tema da agroecologia na RMBH como a Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana (AMAU), Rede Urbana de Agroecologia (RUA) e no comitê organizador do IV Encontro Nacional de Agroecologia, a ser realizado em 2018 em BH. Desta maneira, acreditamos que o Agroecologia na Periferia têm contribuído com a construção de uma RMBH agroecológica, contribuindo com a construção da dignidade das periferias, produzindo alimentos saudáveis, conservando o meio ambiente e levantando o debate que as periferias podem ser construídas com base em um planejamento participativo que as tornem espaços protagonistas na efetivação de novos paradigmas de desenvolvimento urbano.

2 - Associação Amanu – Educação, Ecologia e Solidariedade
A Amanu atua em Jaboticatubas desde 2008 e vem fortalecendo o modo de vida do campo através da criação e fomento de um movimento de agricultores familiares agroecológicos. As ações resultaram na criação da Feira Raízes do Campo que preserva a identidade cultural e alimentar recuperando produtos únicos como o óleo de coco macaúba, a fava, o arroz vermelho, o bolinho de feijão miúdo, o açúcar purgado, entre outros, além de oferecer alimentos saudáveis na cidade. Todo o processo de criação, manutenção e aprimoramento da feira foi e vem sendo participativo, criando espaços para que os agricultores familiares e extrativistas de 16 comunidades pudessem ser ouvidos na Câmara Municipal, na Prefeitura, durante o processo de elaboração do PDDI, no processo de revisão do Plano Diretor Municipal inclusive revertendo a mudança de algumas áreas rurais para urbana após a manifestação das comunidades. Foram e vêm sendo criadas comissões populares de acompanhamento desse processo nas audiências de revisão e de propostas de mudanças do parcelamento do solo das áreas rurais para acompanhamento visando a visibilidade da agricultura familiar e das comunidades rurais; a importância multifuncional dessa atividade para preservação cultural, ambiental produção e distribuição de alimentos saudáveis para a Região Metropolitana; o enfrentamento da grave crise hídrica que já ameaça expulsar agricultores de suas casas. Esse movimento de agricultores familiares ecológicos também têm possibilitado intercâmbios e articulação com outros agentes da Região Metropolitana como a Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana e a Rede Urbana de Agroecologia, bem como ações de preservação ambiental em parceria para: captação de água de chuva, construção de barraginhas, manejo ecológico do solo com criação de agroflorestas e cursos de homeopatia na agricultura. A Associação tem representantes no Conselho de Meio Ambiente Municipal e vêm fazendo um diálogo com os Conselhos Municipais de Turismo e de Desenvolvimento Rural Sustentável, além dos Comitês de Bacia Hidrográfica, para enfrentamento da crise hídrica. A Feira também deu origem ao Armazém da Raízes do Campo que será inaugurado em Jaboticatubas e representa um espaço de articulação que nos permite oferecer alimentos saudáveis para outros municípios da RMBH. Destacamos também a recente criação da Fortaleza do Coco Macaúba em uma parceria da Amanu com o Slow Food que busca fortalecer a iniciativa da Associação em resgatar a produção e o uso do óleo de coco dessa espécie nativa do cerrado que já foi um dos principais pilares da economia em nosso município. Enfim, a Associação vem atuando de forma contínua visando potencializar os modos de vida rurais baseados na autonomia dos agricultores e agricultoras como agentes políticos de desenvolvimento sustentável para a RMBH.
3 - Associação Asa e Amigos da Serra

A ONG Asas e Amigos é uma entidade que cuida de animais silvestres apreendidos pela policia, vitimas do tráfico, de maus tratos, com graves problemas de saúde, abandonados, aleijados e mutilados em conseqüência da crueldade humana. Alem disso , utilizamos esses animais para educação ambiental, fortalecendo a cidadania metropolitana em todo território da RMBH.

4 - Associação Comunitária dos Barros Rio Branco e Piratininga

Por estar representando a Associação comunitária e Habitacional dos Bairros Rio Branco e Piratininga na RMBH para defender os direitos em todas as politicas sociais assegurando a cidadania que envolve as Comunidades da Região metropolitana de Belo Horizonte.

5 - Associação de Ideias Ambientais e Ações Socio Culturais Art.22

Esta organização possui 12 anos de existencia, tem desenvolvido e fomentado conceitos que associam a formação intelectual, cidada e ambiental do cidadao ao protagonismo e a fruição cultural e ambiental como Rede Cultural de Santa Luzia ( o maior projeto cultural realizado na cidade com comunidades tradicionais de toda historia do municipio da RMBH), com apoio da Secult/MG, Rede do Espinhaço, Cavoucultura, Presença Feminina, de acordo com catalogo lançado no decimo aniversario : http://aiaasca.blogspot.com.br/2015/08/catalogo-ponto-de-cultura-art-22.html.

6 - Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Nova União

A UNICICLA é uma Associação de Catadores de Materiais Recicláveis fundada em julho de 2015 que vem promovendo grandes ações de cidadania no município de Nova União,e a maior delas com grande expressividade foi erradicar o lixão do município um problema antigo de Nova União que incomodava muito os habitantes e a gestão publica e foi através da implantação da campanha permanente de coleta seletiva solidária com a inclusão dos catadores e apoiando a gestão publica no processo licitatório do Aterro Sanitário. Juntamente com o poder publico do município a UNICICLA estabeleceu o Fórum Regional Lixo e Cidadania que colocou os Municípios de Taquaraçu de Minas,Bom Jesus do Amparo e Nova União num dialogo estreitado com o objetivo focado na gestão de resíduos adequada e em conformidade com a politica nacional de resíduos sólidos,lei 12.305/2010.O Fórum Regional lixo e Cidadania tem tido destaque na RMBH com grande participação popular,na qual vem acontecendo trimestralmente diálogos com o poder publico,entidades parceiras e sociedade afim de fomentar a coleta seletiva inclusiva de catadores com o discurso sempre voltado pela valorização do serviço prestado pelos catadores de materiais recicláveis com os princípios da economia popular solidária.

A Unicicla é uma entidade participativa e atuante na RMBH,integrante da Redesol – Central das Cooperativas e Associação de Catadores de materiais recicláveis da RMBH que soma um total de mais de 300 catadores da Região Metropolitana. A Unicicla integra o Sub Comitê da Bacia do Rio Taquaraçú e vem sempre no dialogo permanente da preservação do Rio com a ação da coleta seletiva como instrumento. Está na diretoria do Conselho Municipal de defesa e preservação do meio ambiente de Nova União -CODEMA. Possui representação do Conselho de Assistência social do município.

A UNICICLA merece o Titulo de cidadania metropolitana por conseguir em dois anos mudar uma realidade local,extinguindo o lixão do município que trazia muito incomodo a comunidade e autuações na gestão publica e com uma grande mobilização social implantou a coleta seletiva no município que hoje gera renda e trabalho aos catadores, deixando de aterrar dezenas de toneladas por ano e contribuindo com a preservação do meio ambiente. A UNICICLA possui forte articulação politica e social na RMBH e conseguiu chamar a atenção de municípios vizinhos como Taquaraçú de Minas e Bom Jesus do Amparo a também implantarem a coleta seletiva solidária inclusiva. Municípios como Jequitibá e Sarzedo também tomaram como exemplo a iniciativa da Unicicla e já estão articulando a implantação do Fórum lixo e cidadania nos respectivos municípios. No final do ano de 2016 a Unicicla sofreu com um ataque criminoso e teve boa parte do galpão de triagem de materiais recicláveis destruído por um incêndio. Todo maquinário e material estocado a meses foi destruído pelas chamas.Houve um grande prejuízo a entidade,catadores ficaram sem a renda e mesmo com esse forte impacto o grupo não desanimou. Aconteceu uma grande mobilização local e na RMBH e conseguiu novamente levantar o galpão e colocar tudo em seu funcionamento. Fortaleceu ainda mais a entidade e trouxe reconhecimento publico. Um dos maiores exemplos de superação e cidadania,muito esforço e dedicação da entidade merecedora do titulo de Cidadania Metropolitana.

7 - Associação dos Catadores e Materiais Recicláveis de Sarzedo
A Acamares tem sua atuação voltada para preservação do meio ambiente, saúde, inclusão sócio-produtiva dos Catadores de materiais recicláveis e consequentemente contribui diretamente com a sustentabilidade e geração de emprego e renda. Hoje a Acamares desenvolve ações nos municípios de Sarzedo e Mário Campos.
8 - Associação P7 Criativo

O projeto P7 Criativo nasce como uma oportunidade de se trabalhar a indústria criativa como instrumento estratégico no desenvolvimento socioeconômico da Região Metropolitana e todo estado de Minas Gerais, contribuindo também para a inovação, atração de investimentos, inclusão social e internacionalização da economia mineira. O objetivo é a criação de um espaço destinado a ampliar a densidade do ecossistema de startups em Minas Gerais, abrigando em um ambiente de colaboração e empreendedorismo, empresas inovadoras e de alta intensidade tecnológica nos segmentos do design, moda, software, games e audiovisual.

9 - Associação Trem Bão de Minas

Por que o nosso principal o objetivo é a luta pela volta dos trens de passageiros nos trilhos da malha ferroviária do estado de Minas Gerais.

10 - Centro de Atendimento e Inclusão Social - CAIS

O CAIS atua ativamente há 45 anos em Contagem na melhoria das condições de saúde, assistência social, educação e inclusão de pessoas com deficiência no município e região. Fomentou a criação do Programa de Intervenção Precoce Avançada de Minas Gerais, por ser pioneiro no atendimento precoce de bebês egressos da UTI Neonatal, com uma metodologia inovadora de seu “Programa Acompanhamento de Bebês – AB”. Atualmente atende 420 crianças/jovens com deficiência intelectual e autismo. Já incluiu 300 jovens com deficiência em diversas empresas da região e foi a primeira instituição especializada a ter seu programa “Jovem Aprendiz com Deficiência” autorizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Trabalha com a inclusão na escola desde 2000, disponibilizando um trabalho em parceria com escolas municipais e estaduais, oferecendo formação continuada à professores da rede para auxiliar o processo de inclusão nas escolas. Realiza oficinas nas áreas educacional, cultural e clínica para o atendimento educacional e clínico especializado. Faz também o acompanhamento das famílias para que estas tenham acesso aos direitos sócio assistenciais, fortalecendo a convivência familiar e comunitária, visando a promoção da autonomia, a inclusão social, a melhoria da qualidade de vida e da saúde do público atendido, pautada no reconhecimento do potencial da família e da pessoa com deficiência. O CAIS possui articulação com a rede, participação nos conselhos municipais e demais órgãos de garantia de direitos (Promotoria da pessoa com deficiência e Juizado da Infância e Juventude) buscando uma atuação conjunta para o fortalecimento da cidadania.

11 - Colegiado Metropolitano da Sociedade Civil

Por sua importância como instância de representatividade e atuação efetiva na RMBH, desde sua criação em 2007.

12 - Comitê Gestor do Centro de Referência da Juventude

O comitê gestor do CRJ é um grupo constituído paritariamente entre poder público e movimentos sociais, responsáveis pela gestão de um equipamento público construído com o intuito de ser um espaço de convivência para a juventude da região metropolitana de BH.

13 - Compostemalc – E.M. Adauto Lúcio Cardoso

A ação que desenvolvemos promove uma significativa redução na geração de resíduos orgânicos no processo de coleta de lixo comum. Com o intuito de mostrar de forma prática como diminuir e reciclar o lixo orgânico, estamos compostando as cascas produzidas na cantina da própria escola. Mais de 140 Kg de lixo orgânico foram destinados às composteiras para produção de adubo.

14 - Conselho Comunitário Unidos pelo Ribeiro de Abreu - COMUPRA

As ações desenvolvidas por essa associação, contribui para a melhoria da qualidade de vida da comunidade do Baixo Onça através de trabalhos coletivos nas áreas de educação, saúde, trabalho, lazer, geração de renda, ecologia e consciência da cidadania.

15 - Conselho de Venda Nova

Por representar a união de várias lideranças em prol do exercício do controle social sobre a questão dos cursos d’água da região, que abrem o caminho para uma discussão com o executivo, judiciário e legislativo, de forma apartidária, respeitando a voz do cidadão, com o com o projeto “Água boa no Vilarinho”, buscamos a efetividade das ações do poder público e da COPASA, a educação político-ambiental voluntária em escolas e informativos a população em geral, nosso objetivo não é apenas a limpeza das águas, mas sim o entendimento de que não se recupera um curso d’água, sem cuidar antes da vida das pessoas que estão a sua margem.

16 - Consórcio de Recuperação da Bacia da Pampulha

O Consórcio Pampulha é uma associação civil, sem fins lucrativos, que desde 2000 desenvolve atividades que promovem a preservação ambiental na bacia hidrográfica da Lagoa da Pampulha, particularmente de seus recursos hídricos. Esta bacia abrange os municípios de Belo Horizonte e Contagem, integrados pelas ações do Consórcio, que dá forte ênfase à Educação Ambiental e ao controle ambiental, visando não somente a conservação da Lagoa, mas essencialmente a melhoria da qualidade de vida dos cerca de 400 mil habitantes da bacia.

17 - Cooperativa de Materiais Recicláveis de Ribeirão das Neves

A atuação da cooperativa além de gerar emprego e renda, é um importante agente na questão ambiental, pois auxilia na limpeza urbana e desvia o lixo que seria despejado nos aterros ou em locais inapropriados, podendo causar impactos ao meio ambiente, dando uma destinação mais correta para nossos inservíveis. A cooperativa contribui para uma cidade mais limpa e sustentável.

18 - CREA-MG

CONTRIBUÍRAM COM O AVANÇO DA RMBH EM MOBILIDADE URBANA E RECURSOS HÍDRICOS

19 - FA.VELA

Nós trabalhamos diretamente na promoção e fomento do desenvolvimento local de vilas, favelas e periferias. Levando conhecimentos, metodologias e boas práticas para a construção de projetos e negócios de impacto social e ambiental, fortalecendo a economia local, repensando modos de produção e consumo, bem como construindo pontes para a inclusão destes territórios na construção de um RMBH forte, inclusiva e participativa.

20 - Feira Livre – Praça dos Três Poderes

A Feira Livre localizada na Praça dos Três Poderes é uma celebração social integrada à rotina da comunidade, relevante econômica e socialmente para a sustentabilidade e recriação de diversos bens imateriais. O lugar onde está instalada é tradicionalmente voltado ao encontro, ao entretenimento e ao comércio desde antes da emancipação do município, em 1992. Tornou-se, portanto, tanto a Praça, quanto a Feira, Patrimônio imaterial da cidade, sendo inventariadas. A Feira Livre é um lugar de referência para a comunidade, notadamente quanto à recriação de saberes e práticas que resultam em produtos artesanais, ligados ao terroir do município; gastronômicos, com a recriação dos pratos típicos e também artísticos, com a valorização dos artistas locais. Por fim, a Feira Livre é demarcada espacialmente pela praça na qual ocorre, mas a territoriedade de sua existência compreende toda a cadeia produtiva dos bens comercializados na mesma, bem como as relações de troca e transmissão de saberes pertinente à salvaguarda dos saberes tradicionais.

21 - Festival Igarapé Sabor

Nome do Projeto: II – Festival Igarapé Sabor – Mestras e Seus Temperos – 2018 Área: Preservação de Patrimônio Imaterial – Gastronomia Resumo do projeto: O II Festival Igarapé Sabor – Mestras e seus Temperos será realizado nos dias 12, 13, 14 e 15 de Julho de 2018, na Praça Miguel Henriques da Silva com a participação das Mestras da Culinária de Igarapé. O evento contará com a realização e execução da Prefeitura Municipal de Igarapé. Com o intuito de fomentar as atividades de culinária do município, através das famílias e suas tradições a partir dos saberes culinários das “Mestras” (cozinheiras) na cozinha tipicamente mineira. O evento nasceu a partir da necessidade de dar continuidade aos festivais gastronômicos já realizados em Igarapé desde 2005. Em 2017, a 1ª edição do Festival Igarapé Sabor foi realizada nos dias 06, 07, 08 e 09 de Julho. Descrição do projeto: O II Festival Igarapé Sabor – Mestras e seus Temperos – 2018 será realizado nos dias 12, 13, 14 e 15 de julho de 2018, na Praça Miguel Henriques da Silva com a realização da Associação das Mestras da Culinária de Igarapé – ASMECI. A associação foi fundada em 2012 com o intuito de fomentar as atividades de culinária do município, através das famílias e suas tradições a partir dos saberes culinários das “Mestras” (cozinheiras) na cozinha tipicamente mineira. O evento contará com o apoio e execução da Prefeitura Municipal de Igarapé. Em 2018, o Festival Igarapé Sabor confirmará a continuidade da difusão do patrimônio imaterial da culinária mineira e local em Igarapé. O evento nasceu a partir da necessidade de dar continuidade às edições de festivais gastronômicos já realizados em Igarapé desde 2005. Para a realização do festival serão convidadas as “Mestras” de Igarapé, que são inventariadas pelo município pelo bem imaterial de seus saberes culinários, além de uma seletiva de pratos para outros interessados do munícipio para o circuito do festival. O festival contará com a participação de especialistas em gastronomia da região, chef’s da cozinha mineira, e acadêmicos afins. Estrutura física: Com a tradição de realização de eventos gastronômicos na praça pública de Igarapé, a Praça Miguel Henriques da Silva possui todo um histórico característico do município para eventos, sendo conhecida com referência turística, além de abrigar a tradicional Igreja Matriz de Santo Antônio de Igarapé. Para a realização do Festival, será necessário a montagem de uma série de barracas para a cozinha das “Mestras”, além de uma estrutura de tendas para melhor ambientação do público participante no evento. O Festival será caraterizado pela a segmentação dos seguintes espaços: Alameda das Mestras – Local de instalação das barracas e cozinhas das Mestras participantes, com livre circulação de público. Praça das Quitandas – Local de instalação de fornos e fogões à lenha, para a produção e degustação de quitandas, biscoitos e doces do Festival. Circuito do Queijo e da Cachaça – Regaste e valorização das fazendas produtoras de queijo e alambiques de Igarapé e Região. Feira dos Artesões de Igarapé – Participação dos artesões, com a exposição de seus trabalhos. Palco Principal – Local de apresentações e shows do festival. Histórico: A 1ª edição do Festival Igarapé Sabor realizada de 06 a 09 de Julho de 2017, foi uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Igarapé em conjunto com a Associação das Mestras da Culinária de Igarapé, assegurando a continuidade do festival com acesso gratuito à todos os interessados. Com público visitante estimado de mais de 30.000 pessoas circulando pelos 04 (quatro) dias do Festival, seguindo informações da Polícia Militar e a Igaratrans (órgão municipal de trânsito) o evento se tornou sucesso em sua primeira edição de realização. Nesta edição, participaram 16 (dezesseis) Mestras que são efetivamente ligadas ao projeto do Festival. Normalmente, as Mestras são apoiadas por suas famílias, e ela lidera o seu grupo familiar participante do circuito de barracas da Alameda das Mestras. Para completar este circuito, 04 (quarto) novas “Mestras” foram selecionadas, através de uma avaliação técnica de pratos para a edição de 2017. Para comprovação das atividades realizadas encaminhamos em conjunto com esta proposta, um exemplar do Livro de Receitas da edição de 2017, com todo documentação histórica do Festival Igarapé Sabor. . Em 2017, a Prefeitura Municipal Igarapé sensibilizada com a necessidade de assegurar a continuidade das atividades do saber culinário do município, abraçou a causa das “Mestras” e executou o desenvolvimento do projeto do Festival em 2017. Através da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer, Cultura e Turismo, a Prefeitura de Igarapé promoveu e financiou as atividades do Festival, conforme planejamento em conjunto com os participantes do projeto. Com intuito de buscar patrocínios para a realização do 1ª Festival, o projeto foi inscrito pela Prefeitura no Edital 01/2017 de Chamamento Público para Concessão de Patrocínio a Eventos, do Governo de Minas Gerais. A proposta do projeto em parceria com a prefeitura foi aprovada entre 1.722 propostas inscritas, sendo que somente 176 foram selecionadas no estado. O munícipio de Igarapé recebeu o valor de R$ 25.000,00 (Vinte e cinco mil reais), a assinatura de patrocínio foi realizada pela COPASA-MG – GOVERNO DE MINAS. A prestação de contas deste valor recebido foi aprovada pela COPASA, conforme relação de contrapartidas apresentadas ao Patrocionador (Encaminhamos em conjunto a esta proposta cópias da prestação). Os recursos próprios investidos pela Prefeitura de Igarapé são superiores a R$ 300.000,00 (Trezentos mil reais) para a realização da edição de 2017. Para a realização do II Festival Igarapé Sabor – Mestras e seus Temperos – 2018, a Prefeitura de Igarapé irá apoiar as atividades de continuidade de preservação do patrimônio imaterial do saber culinário das “Mestras” para a cidade de Igarapé. Objetivos: O objetivo do II Festival Igarapé Sabor – Mestras e seus Temperos é propiciar e dar continuidade as atividades gastronômicas de Igarapé. Além de fomentar as atividades das Mestras e suas famílias. A segunda edição festival, a partir do valor histórico, imaterial e cultural que é tradicionalmente conhecido pelo município, já faz parte dos circuitos gastronômicos do estado de Minas Gerais, consolidando mais um evento de grande valor para a população de Igarapé. Objetivos Específicos: – O Festival propiciará à comunidade local a continuidade dos eventos gastronômicos de Igarapé, com realização aberta os interessados, conforme realidade populacional e econômica do município. – Valorização do saber culinário das mestras, com o reconhecimento de seus saberes. – Desenvolver através do Festival a consolidação do Turismo Gastronômico em Igarapé. – Viabilizar a partir do Festival a continuidade das famílias envolvidas, assegurando sua sustentabilidade financeira gerada a partir das atividades do evento. – Credenciar oficialmente no calendário de festividades de Igarapé o Festival. – Estimular a culinária mineira em Igarapé, com a possiblidade de ingresso no Festival de novas Mestras, e interessados da área. Impacto de realização: A consolidação do festival acontece nas oportunidades que são abertas a partir do festival, que vão desde a participação em outros eventos e festivais gastronômicos, bem como a comercialização de produtos oriundos do festival. Caracterizamos também como estratégia consolidada, a atual atividade já desenvolvida pelo projeto/evento do Quiosque da Associação, a partir de sua regularidade e efetividade de ações. Atualmente, algumas mestras e associadas da Associação trabalham exclusivamente voltadas para a participação em eventos de culinária, seja em atividades comerciais próprias, como restaurantes, ou simples cozinhas para a comercialização frequente de seus pratos. Estes já estão configurados em uma cadeia produtiva e sustentável financeiramente focados no Festival e seus desmembramentos de atividades Público Circulante Estimado para o II Festival Igarapé Sabor – 2018: 12 de Julho de 2018 – Quinta-feira: Cerca de 8.000 pessoas 13 de Julho de 2018 – Sexta-feira: Cerca de 8.000 pessoas 14 de Julho de 2018 – Sábado: Cerca de 12.000 pessoas 15 de Julho de 2018 – Domingo: Cerca de 15.000 pessoas A proporção de público estimado é referenciada em outros eventos já realizados no munícipio, considerando que a cidade de Igarapé está inserida na RMBH – Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo informações do Plano Metropolitano da RMBH, a cidade de Igarapé, considerando uma distância média de 40 km da capital Belo Horizonte, está inserida em um conglomerado de 34 municípios com extensão territorial: 9.460 Km ². Essa região tem uma população de 5 milhões de habitantes, que correspondem à 26% da população do Estado de Minas. É a 3ª maior Região Metropolitana do Brasil, e a 7ª maior Região Metropolitana da América Latina. A conexão existente entre os municípios desta região possibilitará a grande divulgação deste festival, bem como o acesso de interessados da região que também é considerada o Território Gastronômico Central do Estado, conforme as políticas vigentes da Secretaria de Turismo do Estado de Minas Gerais. Justificativa: A realização do II Festival Igarapé Sabor – Mestras e Seus Temperos – 2018 será de suma importância para o fortalecimento das tradições e saberes da cozinha mineira. A tradição da cidade em realizar eventos gastronômicos corria o risco de terminar, sem a realização de um evento aberto à população, que envolva a comunidade culinária e seus pratos, que vem ao longo desses 13 anos desenvolvendo suas atividades em prol da consolidação das tradições e saberes culinários das mestras. A primeira edição do Festival realizada neste ano de 2017, assegurou o acesso aos envolvidos e população na continuidade das atividades gastronômicas de Igarapé. A tradição da realização de eventos com caráter culinário no município de Igarapé é anterior as atuais atividades gastronômicas existentes, são festividades de cultura popular em diversos segmentos como a tradicional festa junina e religiosa de Santo Antônio de Igarapé, com mais de 30 anos de tradição, manifestações étnicas culturais como a Capoeira, Folia de Reis e Congado com seus costumes e culinárias específicas. A realização do Festival, incrementará nas atividades com características regionais do município, mais um evento de valorização de um saber de nossa cidade. É assegurar a continuidade das tradições das “Mestras” e seus saberes da cozinha mineira. O impacto de realização do festival alcança muitos municípios vizinhos que buscam em nossa região eventos com caráter regionalizado, e configuram novos participantes a partir do interesse das peculiaridades propostas pelo Festival. A expectativa de interessados no evento acarretará um fluxo de visitantes, muitas vezes convidados e até familiares das famílias participantes no festival. São sazonalidades que intensificarão as atividades da cidade, desde hospedagem e utilização e consumo de bens e serviços na cidade de Igarapé e região. A cidade de Igarapé é conhecida na Região Metropolitana de Belo Horizonte pela produção e cultura de hortigranjeiros, destinados à comercialização em varejos da região e atacadistas do CEASA MINAS. Para a realização do Festival, alguns produtores já envolvidos em trabalhos de outros eventos de culinária da região, estão em preparação de hortaliças tradicionais da cidade, além do manejo e criação de aves e suínos, genuinamente conhecidos como as tradicionais galinhas e porcos caipiras para a culinária do festival. Essa cadeia produtiva para o festival, desencadeia atividades tanto em produtores já existentes da região e que já desempenham esse papel ao longo dos anos, como em famílias, inclusive das Mestras participantes, em desenvolver uma pequena produção que atenda suas necessidades para o festival. São ações simples, como pequenas hortas de verduras em seus quintais e fazendas, e a preparação de condimentos essenciais para a culinária. Outro fator de envolvimento desses pequenos produtores é a qualidade de seus produtos, são especificidades que vão desde o manejo que tem históricos culturais e familiares, como a isenção total de agrotóxicos na produção. A abrangência das atividades dos produtores locais ultrapassam os limites da cidade de Igarapé, atingem cidades, distritos e povoados vizinhos que possuem produções específicas que atendem a demandas dos festivais gastronômicos da região. Umas das atividades de preparação para o Festival é uma visita e imersão nos universos dos quintais e hortas da região, característicos de Minas Gerais. Uma das estratégias para o festival é a integração de uma outra concentração de produtores locais no evento, são fazendas e produtores de queijo e seus derivados, além de um circuito de alambiques característicos da região. A atividade gastronômica, irrigada pelos festivais e suas outras atividades desenvolve e oferece sustentabilidade as atividades dos produtores locais de Igarapé e municípios circunvizinhos.

22 - Fundação José Fernandes de Araújo

A Fundação José Fernandes de Araujo existe a 37 anos e tem como objetivo a concessão de bolsa de estudos para estudantes carentes em ensino superior. Neste tempo, concedeu mais de 7.000 benefícios a estudantes que jamais sonharam em fazer e concluir sua formação superior. O efeito multiplicador é enorme , já que as famílias e comunidades são diretamente impactadas com nossa ação. Nosso processo de seleção é criterioso, leva em consideração o desempenho acadêmico e a carência econômica comprovada. Destaca-se também que ao final do curso o estudante não tem nenhuma divida com a Fundação. A Fundação José Fernandes de Araújo acredita na Educação como meio de transformar vidas!

23 - Granbel – Associação dos Municípios da RMBH

Todas as atuações visam a melhoria da qualidade de vida do cidadão metropolitano e da região em geral

24 - Inconfidentes Pedalantes

Utilizando-se da bicicleta, o grupo tem dado luz ao potencial, ainda subaproveitado, do cicloturístico das cidades da RMBH – e além – identificando também as belezas da “trama multicolorida” existente na RMBH.

25 - Instituto Cresce

O Centro de Referência em Educação Sustentabilidade e Cultura do Espinhaço- CRESCE atua no vetor sul da RMBH promovendo práticas e princípios que favorecem à melhoria das relações entre as pessoas e à natureza. Sua atuação em espaços públicos e educacionais pretende disseminar formas mais harmoniosas de relação com a cidade, com as pessoas, com as plantas, com o relevo e principalmente com a dinâmica hídrica da região, já que Serra da Moeda é conhecida como uma das principais “caixas d’água” da RMBH. O bairro Vale do Sol, ao pé desta serra, situado em Nova Lima, às margens da BR 040 e limítrofe à Estação Ecológica Estadual de Fechos possui características de relevo e subsolo que atribuem ao espaço, a potencialidade de recarga hídrica, tanto na Bacia do Ribeirão Macacos, quanto na bacia do Rio de Peixe. (Ambas situadas na UTE Águas da Moeda, segundo o Plano de Recursos Hídricos do CBH Velhas, 2016). Vem dessas bacias, a água que alimenta o Rio das Velhas na ETA Bela Fama, de onde é coletada boa parte da água que abastece Belo Horizonte. A atuação do Instituto Cresce no incentivo ao plantio e adoção de árvores, fomento aos quintais produtivos e educação ambiental nas escolas vai ao encontro do que preconiza a Área de Diretrizes Espaciais- ADE Vale do Sol. Este estudo detalhado do bairro é parte de um instrumento de planejamento urbano, o Plano Diretor foi aprovado em audiência pública pela comunidade em 2011. Mas jamais votado e sancionado pelo legislativo e executivo municipais. O trabalho pormenorizado de parâmetros de ocupação urbana, esteve estes anos todos engavetado, sendo desconsiderado de qualquer intervenção urbana no local. A partir de 2015, moradores e associações, entre elas o Instituto Cresce, se interessaram em por em prática algo que foi proposto na ADE, mas jamais executado: as “ilhas verdes drenantes”. São pequenos espaços públicos residuais nas esquinas do bairro, onde estão previstas a implantação de espaços livres de impermeabilização, para plantio, convívio e ordenamento do transito, já que funcionam como rotatórias ou canteiros, que tornam o espaço mais atrativo para o uso público, para a beleza da paisagem e absolutamente interessantes para favorecer a recarga hídrica. Esse movimento que pressupõe e inclui a comunidade em projetos rápidos e pequenos para demonstrar o potencial e a possibilidade de mudança na paisagem é conhecido por urbanismo tático. Seus benefícios são: soluções locais para problemas urbanos, valorização do espaço público, apropriação da cidade pela população, governança democrática das estratégias e espaços. Nesta caso, é a população dando forma ao planejamento urbano, mostrando seu protagonismo e “ensinado” o poder publico a reconhecer seus cidadãos como beneficiários das políticas públicas. As aproximadamente 10 ilhas verdes já implantadas pela comunidade com apoio de associações e empresas locais, já mudaram a cara do bairro e vem crescendo o numero de interessados em replicar a idéia. Estão previstas na ADE, mais de 50 destas, a fim de proporcionar um impacto significativo em termos de recarga, além de parques lineares que trazem as águas superficiais que brotam das nascentes urbanas, como elementos preciosos para definição do traçado urbano e exemplo de cuidado com recursos hídricos na cidade. As ilhas já implantadas tem papel educador: algumas são dotadas de mural feito com materiais de baixo impacto como bambu e placas recicláveis, por coletivo local, e alimentadas sistematicamente com conteúdos como reportagens da revista do projeto Manuelzão, Revista Sou Ecológico e CBH Velhas. Brinquedos feitos e doados por moradores atraem um grande numero de crianças e suas famílias para o convívio em comunidade, ampliando a condição de segurança na lógica do “olho da rua”. Plantas nativas do cerrado e mata atlântica, arvores frutíferas que atraem a fauna local e a dispersão de sementes ampliam a extensão do corredor ecológico, que interligam o Parque Estadual Serra do Rola Moça, Estação Ecológica de Fechos, Monumento Natural da Serra da Calçada, Monumento Natural da Serra da Moeda e outras unidades de conservação regionais. A cidadania metropolitana floresce nestas práticas de “esperançar” dos movimentos sociais e da sinergia entre as pessoas. Ela cria o ambiente favorável para a criatividade, a convivência e a prosperidade comunitária. O reconhecimento do poder público, através desta chamada, e sua atuação mais direta e efetiva na qualidade de vida e justiça social da população são essenciais para continuar acreditando que o Estado é parte integrante e necessária ao desenvolvimento socioespacial justo e democrático.

26 - Instituto Direito na Escola

Reconhecendo as fragilidades do ensino no Brasil, o programa Direito Na Escola iniciou atividades com um grupo de professores de direito, voluntários, que pretende inserir uma disciplina de noções de direito no ensino básico (fundamental e médio). O programa Direito na Escola promove a realização de encontros presenciais em escolas em todo o Estado de minas gerais , em horário a ser estabelecido em comum acordo com a escola ou instituição beneficiária. Cada aula poderá ser conduzida por um professor distinto, com qualificação específica atestada e capacitado pelo Direito na escol, que abordará as diversas esferas do direito com linguagem acessível aos estudantes do ensino fundamental ou do ensino médio. Os materiais didáticos referentes ao curso são produzidos pelo próprio Direito na escola.

27 - Instituto Guaicuy SOS Rio das Velhas

O Instituto Guaicuy SOS Rio das Velhas é uma entidade não governamental, sem fins lucrativos, criada com a finalidade de apoiar os objetivos do Projeto Manuelzão, promovendo ações ambientais na Bacia do Rio das Velhas, através do estabelecimento de parcerias com entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras.

Nos anos de 2003 e 2009, a equipe do Projeto Manuelzão/Instituto Guaicuy com intuito de conhecer a realidade do melhor ângulo possível: de dentro do rio, realizou a “Expedição Manuelzão Desce o Rio das Velhas”, que fez o percurso de caiaque, desde a nascente, na Cachoeira das Andorinhas, em Ouro Preto, até a sua foz, no São Francisco, na Barra do Guaicuí. Nessa navegação, além da dimensão científica, a expedição tornou-se “palco” de uma grande mobilização social com manifestações culturais da população ribeirinha: a forma pela qual o rio nos fala de sua história, seus desejos e seus medos. No Distrito de São Bartolomeu ocorreu a primeira parada dos viajantes, onde, houve uma grande confraternização e envolvimento da comunidade.

28 - Instituto Horizontes

O Instituto Horiozntes é uma organização social que fomenta o desenvolvimento urbano através do planejamento estratégico e colaborativo. Nossa organização vem atuando há 3 anos no desenvolvimento do Vetor Oeste da RMBH, engajando mais de 400 pessoas para desenvolvimento de projetos de desenvolvimento da mobilidade, preservação do meio ambiente e articulação entre as instituições dos 10 municípios envolvidos.

29 - Internet Sem Fronteiras

O projeto Ocupa Mídia criado pela ONG atua nas ocupações urbanas da grande beagá (Izidora e Eliana Silva) promovendo oficinas educomunicativas e capacitando os jovens para que eles possam comunicar sobre seus espaços ou quaisquer lugares ou motivos que eles tenham e queiram (espaços, moradia, mobilidade urbana etc).

O empoderamento dos meios comunicacionais dialoga com uma RMBH plural, comunicativa e para todos. www.facebook.com/OcupaAMidia/ pela página é possível ver os feitos dos participantes do Ocupa e por aqui www.brasildefato.com.br/2017/08/07/jovens-das-ocupacoes-urbanas-de-bh-constroem-alternativas-em-comunicacao-popular/ uma matéria escrita pelos meninos participantes (moradores das ocupações e novos comunicadores). A ONG atua por uma mídia mais democrática e plural, seus feitos (possui outros projetos no segmento) abraçam os jovens e sua atuação é de extrema importância para prática real da cidadania.

30 - Jovens com uma Missão

Porque dignifica o Catador de Materiais recicláveis ao entregar o Kit Catador e o carrinho de coleta seletiva, reciclagem de resíduos orgânicos produzindo adubo e com Educação Ambiental em uma escola do bairro Granja Vista Alegre. Assim contribuímos com a gestão de resíduos sólidos, educação e proteção ambiental, minimizando impactos ambientais.

31 - Movimento Mineiro pelos Direitos Animais

O Movimento Mineiro pelos Direitos Animais (MMDA) é um coletivo de iniciativa popular que atua há quase doze anos em Minas Gerais, especialmente na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Durante esta mais de uma década, o MMDA tem fomentado a participação popular nos processos de criação e de tomada de decisão das políticas públicas, pela perspectiva do desenvolvimento sustentável, da saúde única e do biocentrismo, o MMDA tem atuado nas diversas macroesferas da saúde, educação e meio ambiente. Mais do que um catalisador de ações, o MMDA tem funcionado como um articulador e agente integrador de cidadãos, movimentos sociais diversos, academia, poder público em geral (Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público e instituições diversas). Além disso, o MMDA também promove ações de educação ambiental visando diversos públicos (como alunos do ensino formal, agentes comunitários de saúde e moradores de áreas consideradas como vulneráveis pelas prefeituras locais). Atualmente, o MMDA possui representantes estabelecidos em 22 dos 34 municípios da RMBH, entretanto, suas ações têm contemplado toda a RMBH. O MMDA entende que soluções efetivas e duradouras devem ser construídas em conjunto, considerando não só os diversos atores das cidades como também a RMBH como uma unidade de fluxo e troca, onde decisões tomadas em um município repercutem em todos os outros. Ao longo de quase 12 anos de intenso trabalho, tem contribuído para a crescente conscientização da população quanto ao Meio Ambiente – preservação dos recursos hídricos, fauna e flora – no território metropolitano e conquistado muitos avanços junto ao poder público: criação de programa específico no PPAG de Belo Horizonte para o bem-estar animal, garantia de orçamento no PPAG BH e MG, inclusão da pauta animalista no Plano de Governo do atual Prefeito de Belo Horizonte, criação do GEDEF /MPMG (Grupo Especial de Defesa da Fauna), Delegacia de Proteção Animal, Comissão de Proteção Animal na CMBH e ALMG, Comissão Interinstitucional de Saúde Humana na sua Relação com os Animais / Conselho Municipal de Saúde – Belo Horizonte, Gerência de Proteção Animal da Prefeitura de Belo Horizonte, Leis MG 21.970/2016 (controle ético de cães e gatos), Lei MG 22.231/2016 (multa para crimes contra animais), criação de cartilhas educativas sobre a fauna doméstica e silvestre nativa em parceria com PBH, MPMG, ALMG e IBAMA, etc.

32 - Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela

O Movimento citado vem se empenhando há mais de 10 anos na preservação dos aquíferos que abastecem os mananciais responsáveis pelo sistema de captação de água do Rio das Velhas, o qual responde sozinho pelo abastecimento de água de 70% da população de BH.

33 - NEPET/GEPTT – CEFET-MG | Agroecologia e Sofia na Cabana

Porque promove e fomenta a agroecologia como manifestação política e ambiental em um território histórico para Belo Horizonte, a Cabana do Pai Tomás, a partir do estimulo à criação de hortas comunitárias, curso de extensão voltado á Agroecologia para a comunidade e a prática de técnicas de plantio sustentáveis.

34 - Newton Paiva

Nos 45 anos de atuação acadêmica na RMBH, nossa instituição de ensino já possibilitou a execução de diversos trabalhos científicos na área de Meio Ambiente. Especificamente, em um destes projetos, foi feita a recuperação de uma área na cidade de Baldim (o município mais ao norte da RMBH) que visava a preservação de uma caverna de enorme importância histórica pois foi o local de visita do dinamarquês Peter W. Lund nos meados do século XIX. Foram plantadas mais de 300 mudas de espécies arbóreas nativas do cerrado no local onde se pretende criar uma unidade de conservação para garantir sua preservação para as futuras gerações.

35 - Núcleo Capão

Diante da crise hídrica que se desenha no cenário atual, movimentos de sensibilização e mobilização social, como o Núcleo Capão, com o objetivo de conclamar a população para o exercício da preservação ambiental e, em especial dos recursos hídricos, enquanto cidadãos com direitos e deveres, faz-se cada vez mais necessário para pensar a relação do local (Córrego do Capão, em Venda Nova)com a Região Metropolitana, a partir do conceito de bacia hidrográfica…

36 - O Lobo Alfa

http://oloboalfa.com.br/

https://www.facebook.com/oloboalfa.projeto/

protetores-grande-bh@googlegroups.com

37 - Observatório da Reciclagem Inclusiva e Solidária – ORIS

O ORIS se constitui um espaço de produção de conhecimentos em torno da reciclagem inclusiva e das oportunidades que a cadeia de serviços oferece, integrando universidades, centros de pesquisas, entidades de assessoria e fomento, entidades técnicas e governos do Brasil e Exterior, com repercussão para toda América Latina. Um espaço de produção de conhecimentos, articulando experiências e ações inovadoras, metodologias e estudos e incidindo em políticas públicas de promoção da qualidade ambiental, da destinação correta dos resíduos sólidos urbanos, na educação ambiental e na inclusão sócio-produtiva dos catadores de materiais recicláveis. A atuação também fortalece os programas municipais de coleta seletiva e a plataforma Lixo Zero no âmbito da RMBH e aponta novos caminhos para uma gestão moderna do lixo urbano.

38 - ONG Abrace a Serra da Moeda

A ONG Abrace a Serra da Moeda é uma entidade sem fins lucrativos e que objetiva a proteção integral do patrimônio natural, histórico, cultural e hídrico da Serra da Moeda. Desde 2008, reivindica a defesa de mais de 30 nascentes na Serra da Moeda que compõem o Monumento Natural da Mãe d’Água, criado a partir de árduo trabalho desenvolvido por esta instituição. Inicialmente, atuava como movimento popular; em 2011, constituiu-se em associação civil. Responsável pelo evento “Abrace a Serra da Moeda”, que é uma manifestação realizada anualmente desde 2008, com o objetivo de chamar a atenção das autoridades das diversas esferas políticas, para a importância da preservação dos mananciais localizados no Sinclinal Moeda. Também, com a realização do evento busca-se penetração na mídia e mobilização da sociedade em defesa das nossas águas. A ONG tem se destacado pela defesa das águas e serras de Minas Gerais. A ONG Abrace a Serra vem desenvolvendo importante trabalho para a preservação do aquífero Cauê, localizado no Sinclinal Moeda, entre as bacias do Rio das Velhas e do Paraopeba. Estas duas bacias são responsáveis diretas pelo abastecimento de Belo Horizonte e região metropolitana. No lado leste da Serra da Moeda, está a Bacia do Rio das Velhas. Nos períodos menos chuvosos, que vão de Abril a Outubro, o aquífero Cauê é o grande repositório de água nos cursos d’água e nascentes que abastecem o Rio das Velhas, contribuindo, assim, para a manutenção da vazão do rio, onde a COPASA tem a captação de Onório Bicalho. No lado oeste da Serra da Moeda, o aquífero Cauê é responsável pelo abastecimento das nascentes de contato, localizadas entre o Itabirito e o Quartzito. Estas nascentes, além de abastecerem dezenas de famílias no Vale do Paraopeba, abastecem, também, o próprio rio, que hoje é o fiel da balança no abastecimento de Belo Horizonte.

39 - Projeto Caixa de Queijos

O projeto Caixa de Queijos incentiva pequenos produtores de queijos e derivados a uma organização, valorização e crescimento sustentável.

40 - Projeto Uni-BH/Bacia do Cercadinho

A Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9433/97) define que a gestão das águas deve ser descentralizada e participativa. Entretanto, os cursos d’água urbanos se encontram, na maioria das vezes, canalizados, quando não estão tampados estão poluídos, e são confundidos com esgotamento sanitário. Isso os torna invisíveis na paisagem urbana fazendo com que não sejam reconhecidos, dificultando assim uma gestão participativa e definidora de rumos sustentáveis. O projeto tem como objetivos propiciar a gestão participativa descentralizada à Instituição Centro Universitário de Belo Horizinte – Unibh, aos estudantes extencionistas e à comunidade local e municipal; realizar monitoramento ambiental da sub-bacia hidrográfica do córrego Cercadinho, buscar parcerias com a comunidade e o Subcomitê de Bacias Hidrográficas – SCBH-Arrudas/Comitê da Bacia do Rio das Velas – CBH-Velhas na resolução de problemas ambientais. Dentre as atividades desenvolvidas pelo Projeto, encontram-se as de mobilização social e informações ambientais sobre a bacia, tais como eventos internos, caminhada ecológica, atividades de educação ambiental para escolas; cursos e palestras para estudantes extensionistas e comunidade acadêmica; monitoramento da situação ambiental em pontos da bacia com metodologias qualitativas e análise físico-químico da água; divulgação sobre o projeto e ações em prol das águas em áreas urbanas em redes sociais; participação como conselheiro em reuniões do SCBH Arrudas; parceria em atividades desenvolvidas por Comissões de Meio Ambiente, Associação de Moradores e instituições que atuam na bacia e para além dos limites da mesma.

41 - Recoa – Rede Comunitária em Ação

Porque busca fortalecer a participação comunitária, por meio de ações coletivas a partir de objetivos comuns. Promovendo assim, mais oportunidades de atividades comunitárias e fortalecimento das ODB’s, a partir da implementação da coleta seletiva no território, com a culminância na instalação dos Muros Inteligentes, que são pontos de entrega voluntária de coleta seletiva. Todo o desenvolvimento do trabalho é realizado em Rede, ou seja, com a participação de ODB’s, setores privados e setores públicos. Todos com o objetivo de desenvolvimento sustentável do território.

42 - Rede Asas do Carste

Por promover por 4 anos seguidos a educação ambiental continuada, integrada e transdisciplinar e intersetorial pelo conhecer e reconhecer da importância das lagoas cárstica no sistema hídrico de águas subterrâneas no setor norte da RMBH. O projeto “Rede Asas do Carste” tem como proposta o diálogo e a parceria com escolas, alunos e professores da rede municipal e estadual que estão instaladas próximas às lagoas cársticas situadas nos municípios de Lagoa Santa (lagoa Central e margem do rio das Velhas), Confins (lagoa Vargem Bonita), Pedro Leopoldo (lagoa Santo Antônio e Sumidouro), Matozinhos (lagoa Fluminense), Funilândia (lagoa d’Fora) e Prudente Morais (lagoa do Cercado).

Asas do Carste leva alunos e professores por três anos consecutivos em visitas às lagoas e cada estação do ano para conhecer, observar, comparar, anotar, contar, fotografar, documentar e voltar à escola para ler e estudar e processar as informações, divulgando os resultados e envolvendo toda a escola em sala de aula e apresentações diversas, buscando conhecer as lagoas cársticas do entorno das escolas e suas implicações referente ao sistema de águas subterrâneas, ao contexto hidrogeológico da paisagem, nas interfaces econômicas e antrópicas utilizando como foco referencial as aves aquáticas que frequentam estas lagoas.

O projeto é executado por e com alunos do ensino, fundamental e médio (6º,7º, e 8º anos), das escolas públicas municipais locais, orientados por seus professores e tutorados por professores e alunos de pós-graduação da biologia Geral da UFMG. O monitoramento das espécies e de seus habitats são usados como temas para aprendizado em ciências, informática, geografia, matemática, história, educação artística, sensibilização e educação ambiental orientados para estarem de acordo a Política Nacional de Educação Ambiental – PNEA e as diretrizes e bases da educação nacional LDBs.

Além disso, o projeto envolve a escola na proteção e preservação do meio ambiente fazendo com que os alunos se sintam conhecedores e participantes na construção e conscientização das mudanças ocorridas no local em que vivem. Rede Asas do Carste envolve diversos atores da sociedade regional e conta com a participação da equipe da ICMBio, responsáveis pela APA Carste de Lagoa Santa; Instituto Estadual de Florestas (IEF), gestor das diversas unidades de conservação no território, dentre elas os Parques Estaduais do Sumidouro e Cerca Grande; dos membros do Subcomitê Carste e do Subcomitê da Bacia do Ribeirão da Mata,membros das equipes de educação e meio ambiente das seis prefeituras,da sociedade civil – através de ONGs e associações de ação local – e do setor empresarial.

43 - Rede de Desenvolvimento do Bairro Jardim Felicidade

As ações de mobilização e educação ambiental desenvolvidas por essa Rede ao longo do córrego Fazenda Velha/ Tamboril, estimula e proporciona aos moradores locais, práticas de cidadania.

44 - Rede de Intercâmbio e Tecnologias Alternativas

Porque é uma entidade que há mais de 20 anos tem trabalhado nas questões ambientais urbanas de BH, buscando e propondo ações de sustentabilidade, garantia na segurança alimentar, valorização das entidades de gênero e fortalecimento da agricultura urbana.

45 - Sociedade Mineira Protetora dos Animais

A Sociedade Mineira Protetora dos Animais é uma entidade sem fins lucrativos, declarada de Utilidade Pública pela Lei Municipal nº 3.783 de 16/06/1984 e pelo Decreto Estadual nº 8.229 de 03/06/1992, e que atua na área da proteção aos animais desde o ano de 1925. Tudo começou graças a um grupo de pessoas que, voluntariamente, resolveram se unir e fundar a instituição, com o objetivo de promover o bem-estar e o respeito aos direitos dos animais, para combater os maus-tratos e sofrimento do abandono. Atualmente abriga cerca de 250 animais, à espera de um novo lar. Tem como objetivos promover o controle populacional ético e proporcionar um tratamento digno aos animais abandonados, além de cuidados veterinários e o encaminhamento à lares responsáveis através da adoção. A instituição se mantém através de contribuições e doações de pessoas que apoiam a causa da proteção animal, e reconhecem os relevantes serviços prestados à cidade de Belo Horizonte e região metropolitana, através de programas internos de castração dos animais abandonados, programas educativos de guarda responsável e de incentivo à adoção. Desenvolve uma atividade altamente dispendiosa, enfrenta graves adversidades como a superlotação, abandonos frequentes e falta de recursos. Conta com serviços voluntários e com a ajuda da população para que o trabalho em favor dos animais abandonados possa continuar a existir.

46 - UFMG – Lumes – Lugares de Urbanidade Metropolitana

No PDDI-RMBH, dentro da Política Metropolitana Integrada de Democratização dos Espaços Públicos, foi proposto o Programa de Lugares Metropolitanos de Urbanidade – os LUMEs. O PDDI pautou-se por uma forte participação popular na sua elaboração e pela idéia de que é necessário construir um processo permanente de planejamento metropolitano, com a participação do Estado, dos municípios, e da sociedade civil. Afirma tambem a necessidade de uma participação continuada da UFMG e de outras universidades no processo de planejamento, produzindo conhecimentos e fazendo a mediação entre o saber técnico científico e o saber que emana da vida quotidiana das populações metropolitanas. Assim, a criação de uma rede de LUMEs na RMBH tem o sentido de promover e qualificar a participação cidadão no processo de planejamento, reunindo e divulgando informações e construindo um processo participativo permanente que visa transformar a população metropolitana em sujeito do seu próprio planejamento, e não apenas objeto como tem sido a tendencia no planejamento tradicional. O objetivo do Programa é criar, nos vários municípios metropolitanos, uma rede de informações de direção dupla, tanto produzindo dados e informações locais, quanto divulgando o conhecimento que vem sendo produzido na UFMG e em outras universidades, em articulação com o Sistema de Gestão Metropolitana da RMBH.

47 - UFMG/Portal Plano Metropolitano

A criação do portal planoMetropoplitano-RMBH/UFMG (www.rmbh.org.br) e o desenvolvimento deste no âmbito acadêmico, tem possibilitado a guarda da memória do planejamento metropolitano, retomado no ano 2009 com a elaboração do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e do processo participativo que vem orientando, desde então, as propostas que emanam deste arranjo. O portal disponibiliza um consistente conjunto de informações acerca dos município da região; dados espaciais reunidas e tratados no decorrer do PDDI e do Macrozoneamento Metropolitano; todos os produtos gerados nestes e em demais projetos (como os Lumes, mapeamento da identidade cultural, serviços ecossistêmicos); além de apontar artigos, dissertações e teses de interesse. Deste modo o Portal contribui em levar ao cidadão da metrópole, de modo transparente, informações relevantes sobre a nossa região e seu processo de planejamento; apoia projetos de ensino, pesquisa e extensão de diversas universidades (públicas e privadas) e fornece insumos fundamentais que apoiam o cidadão interessado em ampliar o conhecimento sobre a região, um estímulo ao sentimento de pertencimento e o maior envolvimento com a região.