Comissão Extraordinária Pró-Ferrovias Mineiras debate os estudos realizados pela Agência Metropolitana para o desenvolvimento do transporte ferroviário na Região Metropolitana de Belo Horizonte

Representantes da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (ARMBH) foram ouvidos pela Comissão Extraordinária Pró-Ferrovias Mineiras. Entre os assuntos, foi discutido o Plano Estratégico Ferroviário de Minas Gerais (PEF), fruto de um acordo de cooperação entre o Governo de Minas e a Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), com a participação da Assembleia.

O PEF vai traçar projetos para retomada desse tipo de transporte e prevê ações para o deslocamento de passageiros com a estimativa de 180 km de linhas ferroviárias. A proposta inclui a recuperação e construção de novas linhas de transporte.

Também esteve em pauta a implementação do Ferroanel, que contaria com mais de 80 km de linhas férreas na Região Metropolitana, passando por Betim, Sarzedo, Esmeraldas e Pedro Leopoldo.

A Diretora-Geral da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, Mila Batista Leite Corrêa da Costa, esclareceu que o Projeto Trem, desenvolvido pela ARMBH em 2011, objetivava a reativação das ferrovias para transporte de passageiros, com vistas a solucionar as demandas relativas à mobilidade.

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Fotógrafo: Willian Dias/ ALMG

O Gerente de Planejamento Metropolitano, Charliston Marques Moreira, apresentou, ainda, o Relatório da Matriz Origem e Destino de Cargas da RMBH, elaborado no escopo do Plano de Mobilidade, um projeto em execução em parceria com a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), que permite entender como funciona o fluxo do transporte de cargas na região metropolitana e traçar diagnósticos para a elaboração e execução de políticas públicas metropolitanas na área de meio ambiente, mobilidade e outras afetas à atuação da Agência RMBH.

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